Match Eleitoral
Metodologia
Para formar o banco de dados do Match Eleitoral (ferramenta criada para ajudar na escolha dos candidatos a deputado federal e senador pelo estado de São Paulo), o Datafolha solicitou a todos os partidos o acesso a nomes e contatos de seus candidatos. Outras fontes de informação partidária, como listas da Justiça Eleitoral, também foram utilizadas.
A base de informações do Match Eleitoral é aberta, e novos nomes serão incorporados até a eleição mediante o pedido de cada candidato em participar.
A coleta de opiniões e informações foi feita através de entrevistas telefônicas e questionários online enviados aos candidatos. Apenas questionários completos, com respostas dos próprios candidatos, foram incluídos na base de dados do aplicativo.
Não houve consulta externa (reportagens, sites de partidos etc.) sobre opiniões de candidatos para inclusão de suas posições.
O questionário do aplicativo foi elaborado com base em temas comportamentais, econômicos e políticos que resultaram em 22 questões objetivas, aplicadas através de uma escala de concordância ou discordância, total ou parcial.
Dessa forma, contempla diversas pautas presentes no debate eleitoral dos representantes que farão parte do Congresso Nacional na próxima legislatura.
As mesmas perguntas respondidas pelos candidatos compõem o núcleo de respostas do aplicativo que gera o match eleitoral. Para isso, atribui-se uma pontuação a cada resposta do entrevistado, assim como a cada resposta do candidato.
Na sequência, para ajustar o grau de afinidade entre representante e representado e diminuir a possibilidade de empates, o match é ponderado pelo nível de importância que o eleitor atribui ao tema.
Armazenamento de dados
Folha e Datafolha garantem a privacidade dos usuários do aplicativo. As respostas são armazenadas, mas não identificadas, para fins técnicos.
Armazena-se porque é preciso dos dados para serem usados no compartilhamento dos resultados, se o usuário assim desejar ao final. Também para o caso de o internauta optar por refazer o match e não quiser preencher tudo novamente.
Por fim, os dados podem ser usados para estatísticas internas da Folha, única e exclusivamente, para sabermos o perfil, sempre anônimo, de quem mais se interessou pela ferramenta (mais mulheres ou mais jovens, por exemplo).
Os candidatos ou terceiros não têm acesso a quem ou quantas pessoas visualizaram cada perfil. A relação é sempre de mão única: apenas o eleitor fica sabendo quem combina com ele.